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O Escotismo é organizado em Ramos: Lobinho (6,5 a 10 anos); Escoteiro (11 a 14 anos); Sênior (15 a 17 anos); e Pioneiro (18 a 21 anos). Cada Ramo tem uma ou mais Seções, conforme a quantidade de jovens em cada Ramo.

Alcateia Lobo Guará (ALG)

A Alcateia Lobo Guará carrega consigo a própria história do nascimento do GEJA. Desde sua fundação, o grupo já contava com duas alcateias — uma masculina e outra feminina — lideradas pelas Akelás Isméria e Eloisa. Em 1985, esse caminho convergiu para a criação de uma única Alcateia Mista, sob a liderança das Chefes Anakaren e Ana Maria Maciel, que depois contou também com as Chefes Roseana Kipliman e Gabriela Passos. Em 1992, a chefia passou para a Akelá Zélia Alves Martins, que conduziu a alcateia por quase três décadas, até 2020, deixando um legado marcante de dedicação, formação e espírito escoteiro. Atualmente, a Alcateia Lobo Guará é organizada em quatro matilhas — Branca, Preta, Cinza e Vermelha — e segue firme em sua missão de acolher, educar e inspirar nossos lobinhos, sempre vivendo o lema: Melhor Possível!

Alcateia Lobos do Parque (ALP)

A Alcateia Lobos do Parque nasceu de um sonho que atravessou gerações. Em fevereiro de 1983, o então Kaa da Alcateia I, Chefe Inácio, trouxe de uma colônia de férias 12 crianças que dariam início à Alcateia II. Apesar de suas atividades terem sido interrompidas, a ideia nunca foi esquecida. Foi a partir da visão do Chefe Augusto Willer, somada ao incentivo de diversos escotistas comprometidos, que esse sonho se concretizou. Em 9 de abril de 2005, era oficialmente fundada a Alcateia II, batizada de Lobos do Parque. O início contou com a transferência de 10 lobinhos do Grupo Escoteiro Dom Pedro II (12º DF), acompanhados das Chefes Ana Maria Braga, Marisa Nagata e Cristina. Para fortalecer a equipe, juntou-se à alcateia a Chefe Karina Oliveira, experiente Akelá do 8º DF. Ao longo dessa trajetória, muitos adultos dedicados contribuíram para a consolidação da alcateia, construindo um ambiente de aprendizado, amizade e aventura. A Alcateia Lobos do Parque segue sendo um espaço onde o espírito do Escotismo floresce, sempre guiado pela alegria e pelo compromisso com a formação dos jovens.

Alcateia Uivos do Cerrado (AUC)

A Alcateia Uivos do Cerrado realizou sua primeira reunião em 22 de agosto de 2015, atendendo a um antigo desejo dos escotistas e das famílias do GEJA: a criação de uma terceira alcateia. O início foi marcado pela coragem e pelo compromisso dos primeiros chefes — Hugo Sales (Hathi), Sandra Gizelle (Bagheera) e Caio Aguiar (Baloo). Começando com apenas 12 lobinhos distribuídos em três matilhas, a alcateia rapidamente cresceu. Ainda em 2015, novos escotistas se integraram à equipe e mais de 15 lobinhos fizeram sua promessa, consolidando definitivamente a AUC. Em novembro daquele ano, a primeira Roca de Conselho definiu o nome, o símbolo e a bandeira da alcateia. Desde então, a Uivos do Cerrado viveu momentos marcantes: acantonamentos, abertura de novas matilhas, mudanças de chefia e uma trajetória de crescimento contínuo. Mais de 50 jovens já passaram pela alcateia, e 11 lobinhos conquistaram o Cruzeiro do Sul, o grau máximo da progressão no Ramo Lobinho. Mesmo diante dos desafios da quarentena em 2020, a AUC manteve suas atividades de forma virtual, mostrando resiliência, união e compromisso. Hoje, segue ativa com quatro matilhas — Branca, Cinza, Marrom e Preta — sempre vivendo o lema que nos guia: Melhor Possível!

Tropa Escoteira Cruzeiro do Sul (TECS)

A Tropa Escoteira Cruzeiro do Sul tem raízes profundas na história do GEJA. Originou-se das antigas Tropas Masculina e Feminina, formadas ainda na primeira sede do grupo, na Funcef (atual ENAP). Cada uma possuía suas próprias patrulhas e lideranças, até que, em 1996, ocorreu um marco importante: a unificação das tropas, tornando-as mistas. Dessa união surgiram a Tropa I e a Tropa II. Ao longo dos anos, a Tropa I se consolidou como um espaço de protagonismo juvenil, aventura e crescimento pessoal. Em 2013, os próprios jovens decidiram, por votação, dar um novo nome à seção, que passou a se chamar Tropa Escoteira Cruzeiro do Sul, símbolo de orientação, perseverança e superação.

Tropa Escoteira Galápagos (TEG) ​

A Tropa Escoteira Galápagos também nasce da fusão das antigas Tropas Masculina e Feminina do GEJA, oficializada em 1996. Após anos de vivência e identidade construída coletivamente, em 2013 os escoteiros escolheram um novo nome para a tropa. Inspirada em um jogo que marcou gerações — As Tartarugas Gigantes de Galápagos —, a tropa adotou o nome Galápagos, que rapidamente virou sinônimo de algo muito especial. Entre os jovens, “ser de Galápagos” passou a representar experiências incríveis, desafios superados e momentos inesquecíveis. Como dizia o Chefe Leo Alcides: super-pururuca!

Tropa Escoteira Andrômeda (TEA)

Fundada em 2018, a Tropa Escoteira Andrômeda é a seção mais jovem do GEJA. Sua criação atendeu à demanda de lobinhos em transição para o Ramo Escoteiro e de jovens da comunidade interessados em ingressar no Escotismo, em um momento em que as demais tropas estavam sem vagas. Desde o início, a Andrômeda se destacou pelo protagonismo juvenil: os próprios escoteiros escolheram o nome da tropa, das patrulhas, criaram o grito e seguem construindo a identidade da seção, incluindo sua bandeira. Uma tropa que já nasce olhando para o futuro, guiada pelas estrelas.

Tropa Sênior Ibiajara (TSI)

O Ramo Sênior do GEJA teve início dividido entre a Tropa Feminina de Guias e a Tropa Masculina Sênior. Em 1996, ambas foram unificadas, dando origem à Tropa Sênior Mista, fortalecendo o espírito de integração e amadurecimento dos jovens. Ao longo dos anos, diversos escotistas contribuíram para a formação dessa seção, marcada pelo desenvolvimento da liderança, do serviço e da autonomia. Em 2016, a tropa adotou o nome Ibiajara, que significa “Senhor do Planalto”, refletindo a força, a identidade e a responsabilidade que caracterizam seus membros.

Tropa Sênior Yucumã (TSY)

Com o crescimento do GEJA e do Ramo Sênior, surgiu a necessidade de ampliar as oportunidades para os jovens. Assim, em 2021, foi fundada a Tropa Sênior Yucumã, sob a chefia de Átila, Laudineia e Marcos. A Yucumã mantém viva a essência do Ramo Sênior: desafios, serviço à comunidade, espírito de equipe e preparação para a vida adulta, consolidando-se como mais um importante espaço de formação dentro do grupo.

Clã Pioneiro Piocãmecrã (PIO)

A história do Clã Pioneiro Piocãmecrã é marcada por persistência e propósito. Após tentativas iniciais ainda nos anos 1980, foi em 1992 que o Clã finalmente se consolidou, sob a liderança da Chefe Roseana Aben-Athar Kipman. Com forte inspiração em rituais, simbolismo e desenvolvimento pessoal, o Clã marcou profundamente seus primeiros membros. Roseana trouxe uma visão inovadora, focada na progressão dos jovens, no serviço à comunidade e na construção do projeto pessoal de cada pioneiro. Mesmo com períodos de interrupção, o espírito do Clã nunca se perdeu. Em 2013, o Clã foi reativado pelo Chefe José Leite e segue ativo até hoje, mantendo viva sua essência como espaço de união, reflexão e ação. Grito do Clã: Força relevante na vontade de chegar, amigos necessários para se realizar, pioneiros na estrada, o mundo a conquistar. Piocãmecrã, Piocãmecrã, GEJA!